Boa noite, Quarta-Feira, 22 de Novembro de 2017
SALAIO
Governo paga salários de quem recebe até R$ 14 mil e Fórum ameaça greve geral
Além disso, espera confirmação de como ficará o pagamento do 13º dos servidores aniversariantes do mês de outubro.
14/11/2017 - 15h28 - Fonte: RDNews

Fórum Sindical, que representa 29 categorias do funcionalismo estadual, ameaça greve geral no mês que vem, caso o governo volte a atrasar os salários dos servidores. Na manhã desta terça (14) representantes estiveram reunidos com o secretário de Estado de Gestão Júlio Modesto e receberam a confirmação do pagamento de mais 8,7% dos servidores (que ganham até R$ 14 mil bruto) ainda hoje.

O Executivo conseguiu a liberação de R$ 67 milhões para honrar com parte dos servidores. Na próxima sexta (17), eles voltam a se reunir para ter debater como ficará o pagamento dos quase 3,4 mil (3,2%) servidores que ganham acima de R$ 14 mil bruto e que ainda não receberam.

De acordo com o presidente do Sisma (Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado) Oscarlino Alves na próxima reunião o Fórum aguarda uma garantia do Executivo de que o salário de novembro será pago até o dia 10 do próximo mês - último dia legal para o pagamento.

Caso contrário, a tendência é de que as categorias deliberem pela greve. “Todos os presidentes de sindicato vão convocar assembleias e ouvir suas bases”, diz a reportagem Na última sexta (10), o governo realizou o pagamento de quem ganha até R$ 5 mil líquido, o que representa 88% dos servidores.

O Fórum ainda aguarda uma resposta quanto à proposta de pagamento de um abono salarial aos servidores que tiveram seus salários atrasados. Além disso, espera confirmação de como ficará o pagamento do 13º dos servidores aniversariantes do mês de outubro.

Greve e judicialização

Algumas categorias já começaram a adotar medidas contra os atrasos por parte do governo. Os professores da Unemat decidiram entrar em greve nesta segunda (13). A decisão foi tomada durante assembleia da Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat), que representa os professores dos 13 campi.

Já a diretoria executiva do Sintesmat (Sindicato dos Trabalhadores da Educação Superior do Estado) decidiu ir à Justiça para garantir os pagamentos em dia.

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